CARTA ABERTA AOS AMIGOS

O final do ano de 2016 chegou e com isso sempre me parece razoável avaliar as coisas, rever velhos hábitos, conceitos, certezas, prioridades, sentimentos, enfim olhar honestamente para dentro do “velho homem”, e projetar o novo que se deseja permitir nascer.

Vivemos hoje certamente a era da tecnologia e, sobretudo, a era velocidade da informação e das relações. Recebemos diariamente, desde a hora que acordamos e até o momento de nos deitarmos (isso para aqueles que dormem), uma farta gama de informações dos mais variados canais e assuntos.

Nossos aparelhos celulares se transformaram em verdadeiros computadores, e a partir daí é possível conectar-se com o mundo numa velocidade incrível, que nos torna assustadoramente “onipresentes”. Sim, hoje é possível estar em diversos lugares com diversas pessoas ao mesmo tempo, o que poderia ser considerado um verdadeiro “milagre”, exceto pelo fato de que muitas vezes se está sozinho.

Sim, pois a internet nos projeta a uma realidade virtual, mais que isso a um mundo de conto de fadas tão sonhado e idealizado aonde a grande maioria das pessoas são felizes, ricas, bem relacionadas, bem-sucedidas, visitam lugares maravilhosos, e tudo aquilo é curtido, compartilhado, enfim exaltado. Até mesmo a dor, certas vezes, tem um certo glamour.

Escrevo isso com certa preocupação e pesar, pois essa velocidade toda, muitas vezes, não favorece o fortalecimento das relações, que muitas vezes se desfazem de uma forma tão instantânea quanto criadas.

As relações de amizade verdadeiras demoram a ser consolidadas. É quase como uma semente que precisa ser plantada e regada diariamente, para que no futuro possa germinar e produzir bons frutos.

Para se conquistar uma amizade verdadeira é necessário muito esforço e dedicação, enfim é preciso se doar verdadeiramente. Já dizia Exupéry “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”. Por isso, quem conseguiu cativar um amigo fiel tratou de encontrar um verdadeiro tesouro para toda a vida.

As coisas materiais e o próprio dinheiro apenas são importantes e possuem um sentido real, se utilizados como forma de compartilhar momentos (como este), e nos alegrarmos ao lado dos amigos e aqueles que amamos, pois qual o real sentido da vida, senão amar?

Por isso, hoje, eu desejo a cada um dos meus amigos que possam amar e se doar cada vez mais! Sempre procurando seguir o exemplo do maior Homem do mundo e que mais amou, que é JESUS.

                                                                                                                   Feliz Natal e um ótimo 2017!

Renato Tarsis

Canadá Imóveis

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